9.3.16

Sidney - Ritmo Jovem (1965)

CBS 37445

A good sounding rendition of international repertoire by Sidney, who has his premiere in this parallel reality with his latest para dançar album out of altogether six. The previous five albums I have identified as para dançar without having the chance of hearing them as the title of the 5 album series, created in collaboration with Astor Silva, states it quite unmistakeably: Isto É Dança Vol. 1 - 5.

Of course, any information about who Sidney might be or which instrument he is playing can not be found on the back cover.
Instead you may read an, I hate to say it, absurd, meaningless text written by Othon Russo and ask yourself why it was written at all, apart from the need to fill a leftover blank space above a detailed list of CBS releases.

But don't let Othon spoil your listening or dancing pleasure while playing:

01. A Taste Of Honey (Bobby Scott / Ric Marlow)
02. Felicia (John Pisano)
03. Tijuana Taxi (E. Coleman)
04. Um Passeio na Floresta Negra (Schwarzwaldfahrt) (Jankowski)
05. Meu Limão, Meu Limoeiro (Tradicional / Adpt. José Carlos Burle)
06. Bittersweet Samba (Sol Lake)
07. Lollipops And Roses (Tony Velona)
08. Spanish Flea (J. Wechter)
09. I'm Gettin' Sentimental Over You (Ned Washington / George Bassman)
10. L-O-V-E (Bert Kaempfert / Milt Gabler)
11. Ladyfingers (T. Thielmans)
12. Walk Don't Run (John Y. Smith)

Arranjos e Direção de José Menezes

SYDNEY

Créditos: Pedro & 300discos  

SIDNEY DE SOUZA [MARZULLO] by Francisco Miranda:
Sidney de Souza (depois, Sidney Marzullo) foi um pianista brasileiro que iniciou seus estudos musicais no Instituto Benjamin Constant e graduou-se na Uni-Rio, obtendo Licenciatura em Música.
Foi acordeonista do regional de João de Oliveira na extinta Rádio Mauá, no final da década de 50. Apresentou-se como pianista diversas vezes no Programa César de Alencar na Rádio Nacional.
A partir de 1968, passou a se apresentar em restaurantes da zona sul carioca como Forno e Fogão (Copacabana), Michel (Copacabana), Valentinos (Hotel Sheraton, Leblon), onde atuou por dez anos, e Le Petit Lieu (São Conrado Fashion Mall), onde atuou por seis anos.
(fonte: http://www.multimusica.net.br)

Em 1958, um grupo de alunos do no Instituto Benjamin Constant organizou, sob a direção do companheiro Sidney de Souza (mais tarde o conhecido pianista Sidney Marzullo) o Coral de Prata, que chegou a gravar um LP na fábrica Toda América por recomendação do compositor Heitor dos Prazeres, que se interessou pelo conjunto quando o ouviu cantar no programa César de Alencar, da Rádio Nacional.
(fonte: www.ibc.gov.br)

Devido a uma paralisia cerebral aos cinco anos, o professor aposentado Sidney Marzullo sofreu uma congestão que o levou a perder todos os sentidos. Com o tratamento, ele os foi recuperando, mas a visão foi totalmente afetada, passando a não enxergar mais. Cego, Marzullo foi percebendo uma aptidão: a música.
De uma forma toda especial, Marzullo regia um coral de 18 cegos. Tratava-se do União Arte e Integração, que fez shows pelos estados brasileiros. Com o auxílio de um instrumento chamado diapasão (utilizado para marcar o tempo durante a condução da música), ele afinava, orientava e corrigia a participação de sopranos, tenores, barítonos e contraltos, dispostos no palco de forma típica (o quarteto vocal clássico).
Aos 18 anos, já tocava piano em bailes; recebeu convites para tocar em restaurantes, e chegou a gravar vários discos como pianista. Em 1967 saiu o seu primeiro LP em vinil, intitulado "Isto é Dança", originando uma série de mais seis discos. E quando deixou a CBS, a gravadora lançou uma coletânea de suas melhores músicas intitulado "Os grandes sucessos de Sidney Marzullo".
(fonte: http://saci.org.br/?modulo=akemi&parametro=4757)

Colaborador, desde a fundação, e participante ativo de projetos e eventos da Associação Vida, Sensibilidade e Arte, Sidney Marzullo, além de suas inúmeras atividades musicais, destacou-se pela luta sem tréguas na conquista dos direitos das pessoas com deficiência por quase meio século.
Foi professor durante 33 anos do Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro, onde fundou e dirigiu por quase 20 anos, um dos mais completos e vibrante grupo coral do país, o Coral do IBC, que chegou a contar com 29 vozes.
No início da década de 60, com 20 anos de idade, gravou uma série de seis discos, "Isto é Dança" e "Ritmo Jovem" (o deste post), pela CBS.
Em maio 2005, no âmbito da Mostra Arte, Diversidade e Inclusão Sociocultural, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil, o pianista lançou seu último CD, Songs Forever, uma reunião das canções que mais gostava de tocar nas tardes musicais do restaurante Alegro Bistrô, anexo da Casa de Discos Modern Sound, onde atuava diariamente há mais de cinco anos.
Faleceu em 07NOV2005 em decorrência de um ataque cardíaco e foi sepultado no Cemitério São João Batista (Zona Sul do Rio).

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